Não se pode contar a história do ballet, sem falar em disciplina.Foi ela que deu a Rosana Abubakir o norte e a fez compreender que toda esta saga seria construída por uma gama de valores imprescindíveis, costurados na base da disciplina e do amor.

O sentimento de doação, a capacidade de ir além dos limites, o élan, o encantamento a tenacidade, a coragem, o reconstruir-se, a fé contínua são colunas que sustentam o templo do Ballet. Mas, tudo isto observa uma ação ordenada, que assegura um compasso seguido de outro, que lhe dá continuidade, sem atropelos.

A cada ano, a cada aula, a cada apresentação, a busca incessante da perfeição nos deu o passo e o compasso, que hoje tomam o nome de cada bailarina que aqui se descobriu e se fez dança para a Bahia.

Estes 30 anos são somas de pequenos sins e nãos, de pequenos e grandes gestos de entendimento e desprendimento. Equipes que se formavam e se reformavam numa dinâmica própria da vida, o espetáculo maior.

Erros e acertos, momentos acalorados ou mais ternos, sorrisos e lágrimas, estímulos e incompreensões, qual a instituição que não os tem?

Agora é retomar a caminhada,

marcando novos espaços, construindo novos projetos, realizando novas metas e objetivos. Porque os saltos têm que ser mais altos, os movimentos mais belos e mais trabalhados.

Agora é somar, somar. Que cada aluno, cada professora, cada técnico, cada assessor, cada família comungue mais dos sentimentos e do ideal que nunca nos deixaram; A busca da perfeição, nossa marca registrada, na parceria maior, sob as bênçãos de Deus.